terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

PLANO DE ENSINO  DE HISTÓRIA ENSINO MÉDIO – I.E.E. MARCÍLIO DIAS/2014
Professor: Edson de Souza Couto

1.       Justificativa
                Considerando que o estudo de História é fundamental para a formação do ser social, precisamos dele para busca de explicações adequadas ao “modus vivendi” do homem ao longo tempo, tentando entender os acontecimentos da época e relacionando com os atuais,  estabelecendo  relações  de semelhança ou diferenças  nos fatos  ocorridos que possam nos auxiliar na formação de uma sociedade mais atuante e comprometida.
2.      Objetivo geral:
               Organizar alguns repertórios históricos culturais que permitam ao educando localizar acontecimentos numa multiplicidade de tempo, de modo a formular explicações para algumas questões do presente e do passado respeitando o modo de vida de diferentes grupos sociais em diversos tempos espaço e em suas manifestações culturais, econômicas, políticas  e sociais, reconhecendo  mudanças e permanências  nas vivencias humanas ao longo dos tempos. Analisar e interpretar diversas fontes e testemunhos das épocas passadas e presentes. Contextualizar e ordenar os fatos registrados, compreendendo a importância dos fatos sociais econômicos, políticos e culturais.  Estabelecer relações entre continuidade/permanências e rupturas/transformações nos processos históricos. Comparar processos de formação socioeconômica relacionando-as com seu contexto histórico.
3.      Objetivos Específicos:
               Ler e interpretar textos de natureza histórica. Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos. Ter uma visão crítica da sociedade que possibilite a sua inserção e sua ação social como cidadão ativo. Posicionar-se diante de fatos presentes a partir do conhecimento e interpretação do processo histórico. Valorizar as culturas das diferentes sociedades.
4.      Metodologia:

               Explanação oral pelo professor. Resolução de atividades de aprendizagem. Técnicas interrogativas e estudo em grupos. Pesquisas bibliográficas, de campo, e de casos. Análise de objetos, imagens e filmes. Debates e indagações sobre temas passados e atuais.

5.      Instrumentos de Avaliação:
               Provas dissertativas, objetivas ou mistas. Trabalhos individuais, duplas ou grupos maiores. Pesquisas, Apresentações sobre temas propostos. Seminários, Participação, Testes, Relatórios; Dramatizações, etc.

6.      Cronograma e Conteúdo Programático:

1º ano Ensino Médio:
1º Trimestre:
-O princípio da Humanidade;
-As características das sociedades humanas;
-A criação e a evolução do Homem, Cronologia;
-Pré-História;
-Mesopotâmia;
-Egito;
Fenícios, Hebreus e Persas;
2º Trimestre:
-Grécia Antiga;
-Roma;
-Europa Feudal;
-Império Bizantino;
3º Trimestre:
-Árabes;
-Império de Carlos Magno;
-Cultura e o Mundo Feudal em Transformação;
-Crise do Feudalismo;                  
2º ano Ensino Médio:
1º Trimestre:
-Tradição e transição;
-Estado Moderno;
-Mercantilismo;
-O Renascimento;
-América encontra Europa;
-Colonização do Brasil;
2º Trimestre:
-Reforma Protestante;
-Apogeu do Absolutismo;
-Colonização das Américas;
-Escravismo Colonial;
-Civilização do Açúcar;
-Civilização Científica do Séc. XVII;
-Expansão Territorial;
-Revolução Inglesa;
3º Trimestre:
-O Iluminismo;
-Século do Ouro;
-Independência dos EUA;
-Revolução Francesa;
-Brasil – Revoltas Anticoloniais;
-Revolução Industrial;
-Independência do Brasil;
-Independência na América Espanhola;
-Liberais e Nacionalistas;
-O Primeiro Reinado;
-A Regência;
-O Segundo Reinado;
-Doutrinas Sociais no Séc. XIX;
3º ano Ensino Médio:
1º Trimestre:
-Europa no Fim do Séc. XIX;
-O Imperialismo;
-Américas no Séc. XIX;
-Abolição;
-República;
-Primeira Guerra Mundial;
2º Trimestre:
-República Velha;
-Revolução Russa;
-Rebeliões na República;
-Crise de 29 e o Totalitarismo;
-Os Fascismos;
-Era Vargas;
3º Trimestre:
-Segunda Guerra Mundial;
-Guerra Fria;
-África e Ásia após a 2ª Guerra Mundial;
-Terceira República;
-Capitalismo no Primeiro Mundo;
-Socialismo Real;
-Ditadura Militar no Brasil;
-De Sarney a Lula;
-América Latina no Séc. XX;
-Mundo Atual;

Referências:
CATELLI, Roberto Júnior. História Texto e Contexto. São Paulo: Scipione, 2011.
COTRIN, Gilberto. História Global Brasil e Geral. São Paulo: Saraiva 2011.
DEVOTO, Fernando (dirección). Ciências Sociales EGB 3/Secundaria Básica. Buenos Aires: Tinta Fresca, 2006.
FRADKIN, Raúl (coordinación). El Libro de la Sociedad en el Tiempo y el Espacio. Buenos Aires: Ángel Estrada y CIA. S.A., 1998.
MÉREGA, Hermínia (coordinación). Ciências Sociales. Buenos Aires: Ediciones Santillana S.A., 2001.
MOCELLIN, Renato; CAMARGO, Rosiane. História em Debate. São Paulo: Saraiva 2011.
MONTELLATO, Andrea; CABRINI, Conceição; CATELI JÚNIOR, Roberto. História Temática. São Paulo: Scipione, 2003.
MOTA, Myriam Becho. História das Cavernas ao Terceiro Milênio. Editora Moderna. São Paulo 1999.
PEDRO, Antônio; LIMA, Lizanias de Souza. História Sempre Presente. São Paulo: FTD, 2010.
PILETTI, Nelson; PILETTI, Claudino. História & Vida Integrada. São Paulo: Ática, 2005.
SANTIAGO, Pedro. Por dentro da História. São Paulo: Escala Educacional, 2011.
SCHMIDT, Mário. Nova História Crítica. São Paulo: Nova Geração, 2004.
WARBURTON, Nigel. Uma Breve História da Filosofia. Tradução de Rogério Bettoni. Porto Alegre: L&PM Editora, 2012.



PLANO DE ENSINO DE FILOSOFIA - ENSINO MÉDIO – I.E.E. MARCÍLIO DIAS/2014
Prof. Edson de Souza Couto

1. Justificativa
A Filosofia é um modo de pensar, é uma postura diante do mundo. A filosofia não é um conjunto de conhecimentos prontos, um sistema acabado, fechado em si mesmo. Ela é, antes de tudo, uma prática de vida que procura pensar os acontecimentos além de sua pura aparência. Assim, ela pode se voltar para qualquer objeto. Pode pensar a ciência, seus valores, seus métodos, seus mitos; pode pensar a religião; pode pensar a arte; pode pensar o próprio homem em sua vida cotidiana. Diz-se que a Filosofia incomoda certos indivíduos e instituições porque questiona o modo de ser das pessoas, das culturas, do mundo. Isto é, questiona a prática política, científica, técnica, ética, econômica, cultural e artística.
Desse modo, compreender a importância do ensino da Filosofia no Ensino Médio é entendê-la como um conhecimento que contribui para a formação do aluno. Cabe a ela indagar a realidade, refletir sobre as questões que são fundamentais para os homens, em cada época.
A reflexão filosófica não é, pois, qualquer reflexão, mas rigorosa, sistemática e deve sempre pensar o problema em relação à totalidade, para alcançar a radicalidade do problema, isto é, ir à sua raiz. Esta é a preocupação da Escola ao instituir a disciplina de Filosofia no Ensino Médio; a busca pelo ensino da reflexão filosófica, instrumentalizando os alunos para estarem aptos a compreender e atuar em sua realidade.
2. Objetivos Gerais:
Contribuir para a compreensão dos elementos que interferem no processo social através da busca do esclarecimento dos universos que tecem a existência humana: trabalho, relações sociais e cultura simbólica.
Formar o hábito da reflexão sobre a própria experiência possibilitando a formação de juízos de valor que subsidiem a conduta do sujeito dentro da escola e fora dela.
Estimular a atitude de respeito mútuo e o senso de liberdade e responsabilidade na sociedade em que vive considerando a Escola como parte da vida do aluno.
Desenvolver procedimentos próprios do pensamento crítico: apreensão de conceitos, argumentação e problematização.
3. Objetivos Específicos:
Oportunizar momentos que facilitem o pensar e o pensar sobre o pensar;
Trabalhar com textos que incluam termos e conceitos cotidianos que facilitem a interação no contexto social;
Debater questões contemporâneas que facilitem a compreensão da realidade a partir dos problemas filosóficos destacados;
Realizar atividades que levem o aluno a perceber a multiplicidade de pontos de vista e articulações possíveis entre os mesmos;
Ler textos filosóficos de modo significativo;
Ler, de modo filosófico, textos de diferentes estruturas e registros;
Elaborar por escrito o que foi apropriado de modo reflexivo, de forma a reconstruir os conceitos aprendidos;
Debater, tomando uma posição, defendendo-a com argumentos e mudando de posição em face de argumentos mais consistentes.
Articular conhecimentos filosóficos e diferentes conteúdos e modos discursivos das diversas áreas do conhecimento, e em outras produções culturais através da produção de conceitos.
Articular teorias filosóficas e o tratamento de temas e problemas científicos, tecnológicos éticos e políticos, sócio culturais com as vivências pessoais.
Contextualizar conhecimentos filosóficos, tanto no plano de sua origem específica quanto em outros planos: o pessoal, o entorno sócio-político, histórico e cultural; a sociedade científico-tecnológica.
4.  Metodologia:
Tendo em vista os objetivos propostos nas Diretrizes Curriculares de Filosofia, as aulas serão no sentido de levar o aluno a questionar sua realidade, analisar, comparar, decidir, planejar e expor ideias, bem como ouvir e respeitar as de outrem configurando um sujeito crítico e criativo. Igualmente, as atividades nas aulas ocorrerão conforme o tema a ser tratado exigir: a sensibilização propriamente dita (através de um problema, questionamentos dos próprios alunos, uso de textos, imagens, vídeos, filmes, etc.), aulas expositivas (com abertura ao debate), estudo e reflexão de textos de caráter filosófico ou que possam dar margem à reflexão de cunho filosófico. Redação e apresentação de trabalhos, em que os alunos demonstrarão ou não a apreensão dos temas e problemas investigados através da criação de conceitos. Dessa forma, cremos estar caminhando em direção ao desenvolvimento de valores importantes para a formação do estudante do ensino médio: solidariedade, responsabilidade, compromisso pessoal, liberdade de expressão e autocrítica.
 5. Proposta de Trabalho para o Aluno e Avaliação:
A proposta de trabalho para os alunos e a avaliação ocorrerá no sentido de contribuir tanto para o professor, possibilitando avaliar a própria prática, como para o desenvolvimento do aluno; permitindo-lhe perceber seu próprio crescimento e sua contribuição para a coletividade. Será, portanto, de caráter diagnóstico e som ativo (conceitos CRA, CPA e CSA), conforme o desempenho individual e/ou coletivo. Serão adotados como instrumentos, além da auto-avaliação:
-Textos produzidos pelos alunos;
-Participação em sala de aula;
-Atividades e exercícios realizados em classe ou extraclasse;
-Atividades de pesquisa através do laboratório de informática;
-Provas de Conteúdo (Objetivas, Dissertativas ou Mistas);
-Apresentação dos temas (oral ou escrita) em estudo;
-Registro das aulas, conforme a necessidade;
-Saídas de Campo, Café Filosófico, Teatro, Música, Filosofia no Jardim;
6. Conteúdos de Filosofia
Os conteúdos apresentados nesse planejamento organizaram-se a partir de conteúdos denominados conteúdos estruturantes, ou seja, conteúdos que se constituíram historicamente e são basilares para o ensino de filosofia. MITO E FILOSOFIA, TEORIA DO CONHECIMENTO, ÉTICA, E FILOSOFIA POLÍTICA.  A partir dos conteúdos estruturantes, adaptamos os conteúdos específicos e complementares que irão ser trabalhados com os alunos no decorrer do Ensino Médio.
1º ANO DO ENSINO MÉDIO
Mito e  Filosofia: O que é mito; O que é Filosofia;
O nascimento da Filosofia ou Surgimento da Filosofia
Filosofia, mito e senso comum;
O mito da Filosofia, continuidade e ruptura;
O mito como  forma de explicação da realidade;
Do senso comum ao pensamento filosófico;
A filosofia e o conhecimento em si;
Diferentes modos de conhecer.
O problema do conhecimento
Filosofia e método
Filósofos Pré-Socráticos, Socráticos, Sofistas e do Medievo;
2º ANO DO ENSINO MÉDIO
Perspectiva do conhecimento
Metodologia da Pesquisa Filosófica;
Da possibilidade do conhecimento;
O valor do conhecimento
A extensão do conhecimento;
Entre a teoria e a prática
A verdade;
Concepções éticas;
Os problemas da ação ética;
A existência da ética;
Filósofos Renascentistas, Iluministas e Modernos;
3º ANO DO ENSINO MÉDIO
Ética ou filosofia moral;
As relações éticas: autonomia e heteronomia
Senso comum e consciência moral;
A moral e outras formas de comportamento humano.
Invenção da Política/ Introdução à Política
Pensamentos políticos na História;
Socialismo x capitalismo;
Em busca da essência da Política;
Política e Poder;
Política e Violência;
Os desvios do poder: totalitarismo e terrorismo;
Política hoje;
Filósofos Contemporâneos e Pós-Modernos;
REFERÊNCIAS :
BARROS FILHO, Clóvis de e POMPEU, Júlio. Grandes Questões da Humanidade. A Filosofia Explica. 1 ed. São Paulo: Casa do Saber, 2013.
BARROS FILHO, Clóvis de e MEUCCI, Arthur. A Vida Que Vale a Pena Ser Vivida. Rio de Janeiro: Editora Vozes Ltda, 2010.
CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1995.
COTRIM, Gilberto. Fundamentos da Filosofia: Historia e Grandes Temas. São Paulo: Saraiva, 2005.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Filosofia. São Paulo: Cortez, 1993.
WARBURTON, Nigel. Uma Breve História da Filosofia. Tradução de Rogério Bettoni. Porto Alegre: L&PM Editora, 2012.


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Prezados alunos na próxima semana recomeçam as aulas e o nosso ano letivo.
Quero desde já dizer que estou muito honrado em continuar sendo Professor do Ensino Médio, dos 1º, 2º e 3º Politécnico e também do Magistério, nas disciplinas de História e Filosofia. Manteremos a sistemática de usar este blog como ferramenta de apoio aos estudos, onde serão postados a partir da semana vindoura os planos de ensino do ano todo, a bibliografia atualizada, os resumos das matérias ministradas em aula, exercícios, e toda e qualquer informação pertinente ao conteúdo programático. O Blog é aberto a sugestões, comentários, reclamações, críticas, democraticamente, de alunos, pais, professores, funcionários e qualquer pessoa interessada. Este espaço se dedica ao estudo, à pesquisa e à informação, portanto qualquer assunto alheio a estes não será bem vindo, sofrendo moderação. Tenham um excelente ano de estudos, trabalhem duro e  ao final serão recompensados com o sucesso. Estarei sempre a disposição para qualquer coisa, tanto em aula, quanto no blog, facebook, twitter, e-mail, etc. Um grande abraço Prof. Edson Couto

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Missão espanhola faz descoberta que pode rever cronologia faraônica

Estudo escavou restos de um muro e colunas de mausoléu na região de Al Asasif

09 de fevereiro de 2014 | 20h 02

Uma missão de arqueólogos espanhóis e egípcios fez uma descoberta em uma tumba no sul do Egito que abre portas à reinterpretação da cronologia faraônica, pois poderia demonstrar que Amenhotep III e seu filho Amenhotep IV, conhecido como Akenaton, reinaram juntos.
Amuletos e estátuas foram expostos junto a três esqueletos humanos e um sarcófago - EFE/ Ministério de Antiguidades do Egito
EFE/ Ministério de Antiguidades do Egito
Amuletos e estátuas foram expostos junto a três esqueletos humanos e um sarcófago
A missão, liderada pelo arqueólogo espanhol Francisco Martín Valentín, escavou os restos de um muro e as colunas do mausoléu de um ministro da XVIII dinastia faraônica (1569-1315 a.C.) na região de Al Asasif, na província meridional de Luxor.
O grande diferencial da descoberta, explicou Valentín à Agência Efe, é que na escavação foram encontradas gravuras com os nomes de Amenhotep III e Amenhotep IV juntos.
Isto, segundo o especialista, "pode confirmar que os dois reis governaram juntos entre nove e dez anos dos 39 de Amenhotep III, já que os textos das colunas explicam que eram soberanos do Alto e do Baixo Egito". "Não há nada semelhante na história faraônica", afirmou taxativamente Martín Valentín.
O chefe do departamento de Egiptologia do Ministério de Antiguidades egípcio, Ali Asfar, destacou a importância dos nomes destes dois faraós aparecerem juntos. Asfar reconheceu que é muito complicado estabelecer as datas exatas dos reinados faraônicos, mas admite que este caso poderia obrigar a uma revisão das cronologias já estabelecidas, pois "confirmaria que ambos reinaram juntos".
Os reinados de Amenhotep III, também conhecido como Amenofis III, e de Amenhotep IV, que entrou para a história sob o nome de Akenaton, estão entre os mais relevantes do Egito Antigo por razões diferentes. O pai governou um país que conheceu um dos maiores períodos de prosperidade e estabilidade interna de sua história, com um longo mandato de quase quatro décadas.
Até agora, os especialistas pensavam que o filho havia se rebelado contra a forma do pai de conduzir o reinado e que, após sucedê-lo no trono após sua morte, adquiriu o nome de Akenaton e instaurou pela primeira vez o monoteísmo, com Aton como deus oficial.
No entanto a descoberta, explicou Martín Valentín, dá a entender que pai e filho estavam de acordo nessa autêntica revolução, já que compartilharam o reinado por uma década. A missão escolheu a tumba do ministro real, identificado como Amenhotep Huy, com a convicção que nela poderiam ser encontrados documentos que confirmassem o reinado conjunto.
"Desde 2009 trabalhamos neste lugar, onde escavamos cerca de 400 metros quadrados, e esperamos novas descobertas nos 600 metros quadrados que ainda faltam", disse o arqueólogo, antes de acrescentar que ninguém tinha escavado antes esse mausoléu inacabado.
Segundo o espanhol, Amenhotep III governou entre 1397 e 1340 antes de Cristo, por cerca de 38 anos, enquanto Amenhotep IV esteve à frente do país entre 1360 e 1348 a. C, ou seja, por 17 anos. A descoberta indicou que foram nesses dez anos de reinado conjunto que teria explodido a chamada "revolução atoniana".
"Acho que tanto o pai como o filho, ou toda a família real, promoveram essa revolução, que deslocou o deus Amon, que era venerado em Tebas, capital faraônica de então", comentou Martín Valentín. 

NOTÍCIAS RELACIO
N

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Férias, férias e férias, mas quanta saudade do meu povinho ávido por aprender, louco por fazer provas e trabalhos sem fim. Tenho recebido inúmeros pedidos de retornos as aulas já mesmo em janeiro...Uahhh, acordei... Que sonho estranho...Bora pegar onda, salgar o "lombo", gelar a garganta e ser feliz....

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Queridos Alunos e Leitores quero agradecer de forma carinhosa todo apoio dado a este Projeto do Blog Domínios da História, que procurou aproximar a tecnologia à sala de aula. Nosso propósito era fornecer mais uma ferramenta de pesquisa e fonte de dados, onde o leitor pudesse encontrar respostas objetivas às dúvidas relacionadas ao conteúdo ministrado em sala de aula. O número expressivo de visitas ao Blog bem como o índice de aprovação de alunos nas matérias pertinentes demonstra que o Projeto foi um sucesso. Portanto para 2014 iremos aprimorar ainda mais esta ferramenta e contamos com o apoio de todos para efetivação deste projeto que não é do Professor mais sim da Educação, pois todos tem direito ao acesso. Feliz Ano Novo, nos encontraremos em breve. Prof. Edson Couto.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

A importância da Leitura nos dias de sempre
Edson de Souza Couto
Professor de História, Filosofia e Ciência das Religiões.

          Vivemos em mundo tecnológico, onde a informação rápida e globalizada nos alcança em qualquer lugar, a qualquer tempo. Nosso mundo é visual, portanto nossa percepção da vida se dá muito pelo uso dos sentidos, principalmente da visão. Muitas vezes esquecemos que foi graças a uma invenção da renascença que o livro se popularizou entre as pessoas saindo dos recônditos mosteiros, das bibliotecas das Igrejas, das mãos dos copistas e glosadores, indo parar numa prensa de tipos móveis criada por Gutemberg.
        O livro mudou a vida das pessoas, mudou suas crenças, veja a Reforma proposta por Lutero e a tradução da Bíblia para a língua alemã, gerando um trauma na Igreja Católica Romana. Diderot e D’Alembert com sua enciclopédia encantaram os nobres, transformando déspotas em esclarecidos reis.
       Shakespeare e Voltaire, com seus contos e fábulas alimentaram os sonhos de verão, e as noites de inverno. Como não ser livre lendo? Tudo é possível nas linhas, nos parágrafos, nas frases, no ponto e vírgula e na interrogação. 
      Como não lembrar Mário Quintana: “Todos estes que aí estão atravancando o meu caminho, eles passarão. Eu passarinho”.  
      Destas poucas palavras que não são minhas, mas inspiração de algo que li em algum momento, reflito sobre o tempo, sobre o pós-moderno, sobre tablets, Ipads, epubs, laptops, e não encontro o cheiro das folhas de papel, movidas pelos dedos umedecidos na língua, não sinto gosto da paixão da página seguinte, do próximo volume, do novo livro.
      Entre as linhas de Sparks, Brown, Rowling ou Duda Falcão, Martha Medeiros, Machado de Assis, Jorge Amado, vou desvendando os mistérios de mim mesmo, nos devaneios da ficção ou da dura realidade cotidiana das ruas da Bahia. Entre dragões, lençóis, intrigas e paixões ardentes, parte minha navega em mares desconhecidos, outra ancora da diletante vertente de meus medos. Somente o livro me permite voar sem ter asas, me refaz da queima como a Fênix, renascida das próprias cinzas.  Hoje quando sair de casa para ir à Feira do Livro em Torres, meu coração vai palpitar, em sobressaltos como se estivesse apaixonadamente indo ao encontro da namorada, mãos suando, peito apertado,  mas com a alegria incontida  da minha primeira vez...         

                                                                   Torres (RS) 11 de novembro de 2013.